Brasil lidera redução do impacto ambiental no agronegócio, mas ainda há muito por recuperar

O agronegócio do Brasil foi capaz de elevar o volume de produção acima da demanda e ainda reduzir o impacto ambiental da atividade, de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).


A instituição fez um estudo comparativo com grandes agroexportadores como Argentina, Alemanha, Canadá, China, Estados Unidos, França e Índia. O País tem um histórico de políticas relacionadas à sustentabilidade, realizando ações pioneiras como o monitoramento por satélite do desmatamento da Amazônia, o Programa Agricultura de Baixo Carbono (Programa ABC) e a aprovação do novo Código Florestal, que aborda questões de conservação do meio ambiente. Esse cenário credencia o agronegócio brasileiro para um lugar de liderança na garantia de segurança alimentar mundial, proporcionando aumento da oferta de alimentos para atender ao crescimento populacional aliado às práticas de preservação dos recursos naturais. No entanto, essa imagem precisa ser reforçada no mercado global.

Mas ainda há muito que recuperar e preservar. Desmatamento zero precisa entrar na pauta da gestão ambiental brasileira, educação ambiental tem que estar em todas as grades do ensino, do maternal ao doutorado e fiscalização e punição dos infratores, com rigorosidade, são medidas que precisam ser tomadas urgentemente se quisermos garantir a preservação do que ainda resta no Brasil e, mais que isso, se quisermos salvar o planeta e a raça humana.

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