Café colonial, uma receita de pausa na agitada vida de hoje


Djair Dias Brito, Juliana de Oliveira, Carlos Hassel Mendes e Odilon Rosa, no Aconchego

(Por Ronaldo Corrêa - Foto e vídeo Julia de Morais)

O café colonial hoje, mais que uma refeição típica da culinária brasileira, traz consigo séculos de história e tradição. Introduzido primeiramente na região Sul do País, por volta do século XVII, por imigrantes europeus, principalmente alemães.

Há duas vertentes para a origem da denominação “café colonial”. Uma é devido ao hábito dos colonos, os imigrantes que ocuparam e desenvolveram o interior dos Estados sulinos, que antes de iniciarem o trabalho no campo, tinham o hábito de tomar um farto e reforçado café da manhã, junto com toda a família.

A outra vertente diz que a tradição se tornou comercial pela falta de hotéis e restaurantes em algumas das cidades do interior, onde então os colonos se prontificavam em atender aos viajantes com alojamento e uma mesa farta, disponibilizando o que de melhor havia na despensa, conforme o velho costume germânico.

Ao logo do tempo esse tipo de refeição com uma mesa abundante de delícias regionais ganhou espaço, embora de forma pontual, em boa parte dos demais Estados. Hoje um autêntico café colonial procura manter algumas de suas mais importantes características: mesa farta, um negócio onde os donos, normalmente familiares, atuam bem próximo aos clientes, com um ambiente mais intimista e um ponto de encontro mais tranquilo deixando as pessoas mais à vontade.



MESA FARTA

E Anápolis não poderia ficar fora do roteiro para quem gosta de um lugar tranquilo para saborear, num ritmo mais devagar, delícias das cozinhas goiana e mineira. Recém-instalado em um sítio próximo à Estância Parque Hotel, o Aconchego Café Colonial tem como proposta proporcionar aos frequentadores, sua família e amigos momentos para uma boa prosa, sem pressa, usufruindo de uma farta mesa com mais de 40 itens em um ambiente que remete a um clima mais rural do que urbano.

O fogão a lenha, o café há pouco moído e coado, o cheirinho do bolo de fubá, do pão de queijo, a carne de lata e tantas outras quitandas são carinhosamente preparados, bem como as mesas primorosamente arrumadas pelas famílias Oliveira Santos e Rodrigues Corrêa como receita para um domingo memorável.

SERVIÇO: O estabelecimento funciona, para o café colonial, aos domingos, mediante agendamento mínimo de reservas e para reuniões especiais e outros eventos em dias úteis sob consulta.

@aconchegocafecolonial


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