Encontro dos 7 mais ricos termina hoje: frustração

Limite de preço global de energia: manipulação de mercado; de quem chegou a hora?


Pode parecer marxismo, mas a proposta de controlar preços e cortar verbas de Putin partiu do G7


Sanções às exportações russas de ouro, a ampliação da força de intervenção da Otan para seis vezes sua força atual, um sistema de defesa de mísseis aéreos para a Ucrânia e um amplo compromisso de que o Grupo dos Sete estará com a Ucrânia pelo tempo que for necessário.

Nada disso, garantido na cúpula do G7 desta semana, realizada no alto dos Alpes da Baviera em um clima que variou de sol glorioso a tempestades devastadoras, é uma conquista insignificante.

Mas houve uma ideia que se destacou, tanto por ser nova, que dividiu o G7 e contou uma história maior sobre o dilema que o Ocidente enfrenta ao tentar prejudicar a economia de guerra de Vladimir Putin.

É a proposta de um teto de preço global da energia. A ideia tem um atrativo simples, pois trata de dois problemas. Isso traria os preços da energia de volta sob alguma forma de controle, reprimindo uma reação dos consumidores sobre a inflação. Ao mesmo tempo, retardaria o fluxo de fundos ocidentais para a máquina de guerra de Putin, que depende em grande parte das receitas de gás e petróleo fornecidas por compras ocidentais.

Ontem, o Jornal da Cultura trouxe um balanço desanimador do encontro:


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