
O Instituto Movad de Respeito à Advocacia protocolou, em 7 de janeiro de 2026, um requerimento junto ao Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) solicitando que a entidade atue formalmente pela suspensão (ou retirada) do sigilo imposto pelo ministro Dias Toffoli ao caso Master (relacionado ao Banco Master e investigações no STF).
De acordo com reportagens publicadas em veículos como Folha de S.Paulo (coluna Painel), Revista Oeste e outros, o pedido argumenta que o sigilo deve ser exceção, especialmente em processos envolvendo o sistema financeiro, possíveis conflitos de interesse de agentes públicos e impactos na transparência judicial.
O instituto defende que a OAB, como guardiã da Constituição, tem dever de zelar pela publicidade dos atos processuais para preservar a credibilidade da Justiça e o exercício da advocacia, alertando que o sigilo pode prejudicar advogados e cidadãos em eventuais demandas futuras.
Sem resposta
Até o momento (meados de janeiro de 2026), não há registro público de resposta oficial ou manifestação do Conselho Federal da OAB sobre esse requerimento específico. As notícias cobrem o protocolo do pedido, mas não indicam qualquer posicionamento, nota oficial, ação judicial ou pronunciamento da OAB em relação à solicitação do Instituto Movad.
Vale notar que, em contextos relacionados ao mesmo caso Master (como críticas ao sigilo e à competência do STF), há menções isoladas a posicionamentos parciais de seccionais da OAB (ex.: OAB-PR em parecer sobre acesso a informações do Banco Central via LAI, ou OAB-RS criticando o STF e cobrando fim do sigilo), mas nada diretamente ligado à reação do Conselho Federal ao pedido do Movad. A entidade nacional tem sido criticada em algumas discussões públicas por silêncio ou omissão em temas sensíveis envolvendo o STF, mas isso não se refere especificamente a esse requerimento.



