A Universidade Evangélica de Goiás (UniEVANGÉLICA) recebeu, na manhã desta terça-feira, 28, a visita dos professores Mariette Miguéns Pereira e Mário José Ferreira Calvete, do Departamento de Química da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra (Portugal).
O encontro reforçou as relações acadêmicas entre as duas instituições e abriu novas perspectivas para pesquisas colaborativas, intercâmbio de estudantes e docentes e ampliação das ações de internacionalização.
Cooperação internacional
Os pesquisadores foram recebidos pelo reitor Carlos Hassel Mendes da Silva, acompanhado pelo pró-reitor de Pós-Graduação, Pesquisa, Extensão e Ação Comunitária, Sandro Dutra e Silva, e pelo coordenador do Núcleo de Assuntos Internacionais (NAI), Hugo de Andrade Silvestre. A visita foi articulada pelo coordenador do curso de Farmácia da UniEVANGÉLICA, Lucas Danilo Dias, que mantém projetos de pesquisa em parceria com os docentes portugueses.

Durante a reunião, o reitor destacou a importância da aproximação entre as universidades e manifestou entusiasmo com o fortalecimento da cooperação internacional. Carlos Hassel informou ainda que pretende realizar, ainda este ano, uma visita institucional à Universidade de Coimbra, acompanhado pelo coordenador do NAI, Hugo de Andrade Silvestre, com o objetivo de ampliar as oportunidades de colaboração acadêmica e científica já existente entre as duas instituições.
Segundo o professor Lucas Dias, a visita representa mais um passo na consolidação da parceria entre as instituições. “O principal objetivo é fortalecer a parceria entre a UniEVANGÉLICA e a Universidade de Coimbra, aproximando pesquisadores, estudantes e equipes das duas instituições. A visita também permitirá discutir projetos em andamento, planejar novas pesquisas e ampliar oportunidades de mobilidade, formação acadêmica e produção científica conjunta.”
A visita reforça a estratégia de internacionalização da UniEVANGÉLICA, conduzida pelo Núcleo de Assuntos Internacionais, que vem ampliando parcerias com instituições de excelência em diferentes países para fortalecer a produção científica, promover a mobilidade acadêmica e ampliar as oportunidades de formação para estudantes e pesquisadores.
Internacionalização impulsiona a pesquisa
Para o coordenador do curso de Farmácia, a internacionalização exerce um papel estratégico no desenvolvimento científico. “A internacionalização aproxima pesquisadores com experiências e competências diferentes, amplia o acesso a conhecimentos e infraestruturas e contribui para pesquisas mais completas e relevantes.”
Mas seu valor vai além de acordos formais, acrescenta. Também cria relações humanas, promove a troca de experiências e oferece novas oportunidades para estudantes e professores. “É essa aproximação entre pessoas que mantém as parcerias ativas e gera resultados duradouros”, completa.




