Em um cenário onde o acesso a atendimentos especializados para pessoas neurodivergentes ainda representa um desafio, especialmente para famílias de baixa renda, o Instituto Evolare se destaca como um espaço de cuidado integral e inclusão real.
Fundado em 2017 na cidade de Anápolis (GO), o instituto funciona como uma associação 100% sem fins lucrativos e oferece suporte multidisciplinar a crianças e adolescentes a partir dos 3 anos, com ênfase no Transtorno do Espectro Autista (TEA), TDAH, Síndrome de Down, atrasos no desenvolvimento e apoio às famílias.

O nome “Evolare” reflete a filosofia central da instituição: cada pessoa evolui no seu tempo. “Aqui, a criança pode ser criança”, destacam seus fundadores. Antes de qualquer terapia, o ambiente prioriza o brincar, a experimentação e o afeto, em um espaço preparado para acolher diferenças sensoriais e emocionais, sem pressa ou comparações.
Atendimento integrado e foco na família
Diferente de muitos serviços fragmentados, o Evolare reúne em um só lugar profissionais de diversas áreas — psicologia, fonoaudiologia, terapia ocupacional, musicoterapia, nutrição, pedagogia, psicopedagogia, neuropsicopedagogia, psicanálise e assistência social. A abordagem é multidisciplinar: realiza avaliações diagnósticas, elabora Planos Educacionais Individuais (PEI) e acompanha a família como um todo.
A triagem prioriza famílias de baixa renda, com base em encaminhamento, laudo e condição socioeconômica. “A família não precisa correr a cidade inteira”, resume a proposta. Além dos atendimentos clínicos, o instituto atua em quatro frentes principais: saúde e terapias, educação e inclusão, apoio às famílias e ação social.
Reconhecimentos e transparência
O trabalho desenvolvido ao longo de quase nove anos já recebeu diversos reconhecimentos. Entre eles, Certificado de Reconhecimento do Senado Federal (homenagem do senador Izalci Lucas) e Diploma de Honra ao Mérito da Câmara Municipal de Goiânia. Atualmente, tramita na Câmara um Projeto de Lei para declarar o instituto como Utilidade Pública Municipal, o que ampliaria parcerias e capacidade de atendimento.
A instituição mantém total transparência: disponibiliza estatuto social, CNPJ (28.968.118/0001-27), certidões negativas e demonstrações contábeis. Em julho de 2026, teve publicação legal no Jornal Contexto. Recentemente, participou da Passeata pela Paz 2026, levando a bandeira da inclusão para as ruas da cidade.
As famílias atendidas elogiam o acolhimento. No Google, o instituto acumula nota 5,0 estrelas em dezenas de avaliações. Depoimentos destacam a dedicação dos profissionais, a estrutura acolhedora e o impacto positivo no desenvolvimento das crianças.

Futuro: nova sede e chamado para doações
O Evolare planejou e está construindo uma sede maior e mais moderna, com espaços especialmente pensados para as necessidades neurodivergentes. O projeto arquitetônico já existe e depende de parcerias e contribuições para sair do papel.
Como entidade sem fins lucrativos, o instituto sobrevive exclusivamente de doações, parcerias e apoio da comunidade. Qualquer valor ajuda a manter atendimentos, materiais e ações sociais. Doações podem ser feitas via PIX (CNPJ 28.968.118/0001-27) ou transferência bancária (Sicoob, agência 5024, conta 138.689-1). Contato principal: (62) 99409-2612 (WhatsApp).
Endereço: Rua 15 de Dezembro, 158, Sala 36, Centro, Anápolis – GO.
Instagram: @institutoevolare
Em tempos de crescente conscientização sobre neurodiversidade, o Instituto Evolare prova que inclusão não é apenas discurso: é cuidado diário, escuta qualificada e caminhada lado a lado com as famílias. Um exemplo concreto de como a sociedade civil pode complementar políticas públicas e transformar realidades.
Como funciona a triagem
A triagem socioeconômica no Instituto Evolare é um dos critérios principais para priorizar o acesso aos atendimentos, já que o instituto é uma entidade 100% sem fins lucrativos e foca especialmente em famílias de baixa renda.
O processo de triagem considera três pilares principais:
1. Encaminhamento — Geralmente feito por profissionais de saúde, escolas, CAPS, UBS ou outros serviços.
2. Laudo médico — Com diagnóstico ou suspeita de condição neurodivergente (TEA, TDAH, Síndrome de Down, atrasos globais de desenvolvimento etc.).
3. Baixo desenvolvimento econômico (critério socioeconômico) — Prioridade para famílias em situação de vulnerabilidade financeira.
O instituto não detalha publicamente os documentos exatos exigidos na triagem socioeconômica (como comprovantes de renda, NIS, CadÚnico, declaração de hipossuficiência etc.), pois o processo é personalizado e realizado caso a caso pela equipe de assistência social.




