
A Universidade Evangélica de Goiás – UniEVANGÉLICA realiza, nesta terça-feira, 24 de março, às 9h, o lançamento oficial do Parque Científico e Tecnológico, uma iniciativa estratégica que visa ampliar as ações de inovação e pesquisa desenvolvidas na instituição.
A proposta é integrar diferentes espaços, projetos e parcerias já existentes, fortalecendo a relação entre a universidade, o setor produtivo e a sociedade.
O local abriga laboratórios e estruturas voltadas para aulas experimentais, especialmente dos cursos de Engenharia, Agronomia e Medicina Veterinária, além de outras áreas que utilizam o espaço.
Teoria e prática
Segundo o coordenador do Centro de Inovação, Empreendedorismo e Tecnologia (UniCIETEC), professor Rosemberg, o ambiente sempre teve como objetivo aproximar os estudantes da prática profissional.
“O centro tecnológico é um espaço no qual desenvolvemos aulas da graduação voltadas para a imersão do aluno em atividades práticas. São aproximadamente dois mil metros quadrados destinados a aulas experimentais, com laboratórios específicos utilizados principalmente pelos cursos de engenharia, agronomia e medicina veterinária”, explica.
A proposta agora é ampliar o potencial desse ambiente, conectando-o a outras iniciativas de inovação já desenvolvidas dentro da universidade, como projetos de pesquisa, incubação de ideias e parcerias com empresas.
Nesse contexto, o UniCIETEC passa a atuar de forma ainda mais integrada com o Centro de Excelência de Pesquisa e Inovação Tecnológica em Saúde (CEPInova), que abriga laboratórios voltados para pesquisas de ponta. A união dessas iniciativas contribui para a estruturação do Parque Tecnológico da universidade. “O parque tecnológico tem uma função muito importante dentro da instituição porque faz a união entre academia, poder público, sociedade e o setor industrial e comércio. Esse modelo é conhecido como quádrupla hélice, no qual universidade, governo, empresas e sociedade atuam de forma integrada para gerar inovação”, destaca.
O parque tecnológico não se limitará a um único prédio. Ele será formado por diferentes ambientes da própria universidade que passam a atuar de forma integrada dentro desse projeto de inovação. Entre esses espaços estão a usina fotovoltaica da instituição e laboratórios localizados no subsolo da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão (ProPPE), no edifício Daisy Fanstone.
Parcerias
Além de fortalecer a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico, o parque também abre caminho para uma aproximação ainda maior com empresas e instituições parceiras. A ideia é que projetos reais possam ser desenvolvidos dentro da universidade, envolvendo estudantes, professores e profissionais do mercado. “Queremos que os alunos possam participar de projetos reais desenvolvidos em parceria com empresas. Isso permite que eles vivenciem experiências práticas e que a universidade também contribua com soluções para demandas da sociedade e do setor produtivo”, afirma Rosemberg.



